LAB UP
estúdio de design, ia aplicada e futuros / são paulo
v.2026 · em beta permanente

creative new futures.

Não prevejo o futuro. Simulo ele.

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o que já estava aí ]

design · criatividade · ia aplicada · inteligência híbrida · futuros simulados · gamificação corporativa · modo beta ·

a constatação

Toda empresa vive em modo beta. A maioria gasta energia fingindo que não.

A IA entrou nas empresas pela porta da produtividade e ficou parada na recepção, aparecendo em reunião, ocupando slide e produzindo quase nada que uma pessoa já não fizesse antes. O problema quase nunca é a ferramenta, é que ninguém combinou o que vale delegar para a máquina, o que precisa continuar humano, e o que só existe quando os dois trabalham no mesmo problema.

  1. na prática

    Todo mundo aprendeu a pedir, quase ninguém aprendeu a decidir o que vale ser pedido.

  2. seis meses depois

    O piloto virou apresentação, a apresentação virou arquivo, e o arquivo virou esquecimento com nome de aprendizado.

  3. na sala de decisão

    Time entusiasmado com a tecnologia e inseguro com o próprio critério, que é justamente a parte que máquina nenhuma repõe.

o que muda quando funciona

A tecnologia não inventa nada sozinha. Ela devolve, em escala, o critério que você colocou nela.

critério

Sua equipe passa a saber o que delegar à máquina, o que reter para si, e o que continua sendo assinado por um humano com responsabilidade.

velocidade com direção

Ciclos curtos de experimentação que terminam em algo usável dentro do negócio, e não em mais um relatório sobre o que se aprendeu.

autonomia

Algo que continua crescendo depois que a gente sai da sala, sem depender de quem criou para continuar de pé.

as quatro frentes

Quatro jeitos de dar um UP.

arraste para o lado

01 / frente

brainUP

Pensar antes de automatizar. Imersão e provocação para encontrar onde a IA multiplica resultado e onde ela só acelera o erro que já existia.

02 / frente

glowUP

Dar corpo à ideia. Design, narrativa e protótipo para a proposta parar de ser abstrata e passar a ser defensável na frente de quem decide.

03 / frente

playUP

Aprender jogando. Gamificação e simulação para o time viver a consequência da decisão antes de tomar essa decisão no mundo real.

04 / frente

flowUP

Fazer virar rotina. Fluxos, agentes e rituais para que o que foi criado sobreviva ao entusiasmo das primeiras duas semanas.

o método

BETA

Nenhuma etapa termina em documento. Todas terminam em algo que existe.

Brainstorm

Onde tudo começa. Geração de ideias com apoio da IA para explorar possibilidades, conectar pontos distantes e revelar oportunidades que estavam fora do radar.

Experiment

Da ideia ao protótipo. A gente testa, simula e valida com agilidade, sem apego à forma final, porque cada tentativa que não vinga também faz parte do aprendizado.

Transform

Hora de refinar e dar sentido. A IA amplifica impacto, estética e narrativa, e a criação passa a ser uma experiência de que a pessoa lembra depois.

Apply

Colocar em prática e manter o movimento. O aprendizado vira fluxo, ferramenta e sistema, as coisas que sustentam a evolução contínua depois que a gente sai da sala.

Felipe Bragatto sentado em uma cadeira de estudio, sob um refletor still human

quem assina

Felipe Bragatto

Sou designer, neuroeducador e estrategista de futuros criativos, e passei os últimos vinte anos dentro de empresas que sabiam que precisavam mudar e não sabiam por onde. Escrevi dois livros sobre criatividade e inteligência híbrida, sendo que o primeiro deles foi registrado na Biblioteca Nacional como obra em coautoria com uma IA, o que na época soou como provocação e hoje soa como agenda.

O que me interessa não é a ferramenta da semana, é a pergunta que sobra depois que a novidade passa: o que continua sendo trabalho humano quando a máquina já faz o resto. É essa pergunta que sustenta a mentoria, a simulação e cada coisa que sai daqui.

felipebragatto.com

Não prevejo o futuro. Simulo ele.

0+

anos em design, criatividade e IA aplicada

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organizações mapeadas na minha pesquisa do Q.I. Híbrido

a parte desconfortável

O futuro não vai esperar seu planejamento anual.

Daqui a doze meses sua empresa vai ter uma relação com IA de qualquer jeito. A única variável em aberto é se essa relação foi desenhada por você ou herdada de quem chegou primeiro.

como começa

Quase sempre a conversa começa com alguém que já usa IA todo dia e mesmo assim tem a sensação de estar atrasado. A pessoa testou meia dúzia de ferramentas, viu o time animado por duas semanas, assinou três coisas que ninguém abre mais, e continua sem conseguir explicar o que mudou de verdade no trabalho dela.

A ferramenta já está lá. O que ainda não existe é um critério que aguente ser defendido numa reunião de diretoria.

o que acontece

São quatro sessões, e cada uma parte de uma decisão real que está na sua mesa naquela semana, nunca de um caso genérico de outra empresa. Na primeira a gente mapeia onde a IA já está no seu trabalho sem você ter percebido. Na segunda testa ao vivo o que ela faz melhor e pior que você, com material seu, não com exemplo de palestra.

Na terceira, o que sobreviveu ao teste vira rotina, com fluxos e agentes montados dentro das suas ferramentas. Na quarta a gente olha um ano pra frente e desenha o que você quer estar fazendo quando essa conversa já for banal. Entre as sessões você continua com acesso pra mandar dúvida, print e problema no meio da semana, que é quando as coisas realmente acontecem.

o que fica

Um diagnóstico do seu jeito de pensar junto com máquina, escrito e entregue em relatório, e um conjunto de rotinas que continuam funcionando depois que as sessões acabam. A maior parte das pessoas termina usando menos ferramentas do que usava quando começou.

Não é treinamento sobre IA. É uma pessoa sentando com você até a sua decisão ficar melhor.

Previsão é opinião com gráfico. Simulação é experiência.

como começa

Toda liderança já passou por uma reunião sobre o futuro. Alguém apresenta cenários bem construídos, todos concordam que é preocupante, o arquivo é salvo numa pasta compartilhada e a semana seguinte engole o assunto inteiro.

Além disso, dentro da empresa cada área decide olhando só para o próprio pedaço. Comercial resolve o problema dele, tecnologia resolve o dela, e ninguém vê o estrago que uma escolha faz três portas adiante.

o que acontece

O Unfuture não entrega um cenário para cada grupo. Ele entrega um mundo só, repartido entre as mesas. Cada mesa recebe uma parte da organização, um contexto próprio e um relógio correndo, e precisa decidir com informação incompleta, do jeito exato que decide na segunda de manhã.

O que uma mesa escolhe muda o tabuleiro das outras. A decisão que parecia local reaparece duas rodadas depois como restrição no colo de quem nem participou dela, e alguém pergunta em voz alta quem foi que fez aquilo. O mundo inteiro se desloca junto na direção de um dos três estados, colapso, plateau ou transcendência, e cada estado tem luz, som e temperatura próprios na sala. Ninguém precisa avisar ao grupo que ele entrou em colapso, o ambiente conta antes de qualquer facilitador abrir a boca.

uma mesa decide · o tabuleiro inteiro muda

o que fica

O que a empresa leva embora não é o futuro, é o próprio jeito de decidir junto, mais a memória física de ter visto a própria escolha chegar na mesa do outro. Semanas depois, quando a escolha real aparecer na pauta, alguém vai lembrar do que aconteceu na vez em que decidiram parecido, e vai falar antes de aprovar. Esse é o tipo de argumento que sobrevive à agenda.

Nenhuma empresa colapsa por uma decisão. Colapsa pela soma de várias que ninguém olhou juntas.